Aprendi que a vida não está definida,
Que você pode encontrá-la ou perdê-la,
Ao dobrar a esquina.
Que todos ao seu redor importam,
Eles compõem a atmosfera,
Do mundo que vê.
Aprendi que verá, um dia, a vida sem os que ama.
Que serão parte de você.Sempre.
O que vê nos espelho é também reflexo deles.
Que nada feito é irrelevante ou por acaso.
Os atos também refletem,
Como o mundo o vê.
Aprendi que o amor, a compaixão devem ser alimentados,
Que você só tem o que pode dar,
Somos parte, não somos todo.
E finalmente aprendi,
“... Tudo que sei é que nada sei"
Aprendi hoje, que ainda não aprendi nada.
domingo, 28 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
ओ Mundo
O Mundo gira,
Independende se você está atento ou não.
O Mundo gira,
Mesmo que se agarre a mais forte das convenções.
O Mundo gira,
Até quando o tempo pára.
O Mundo, somos e não somos,
Independente ou dependente o Mundo que conhecemos,
Não é mais o de ontem, o que é pra mim não é pra você.
É bom descbrir que não pode controlar o Mundo,
Nem mesmo aquele que você mesmo criou,
É bom se surpreender quando outras visõs de Mundo compõem a sua.
É encantador ser universo e ser grão,
Ser sólido e ser líquido,
Ser sim e ser não.
Aliás não somos, estamos!
Guarda os sonhos, transforme-os, valoríze-os,
Mas não lamente se o Mundo não viu o que você viu.
Abraçe, some, ria, tome banho de chuva.
Crie um Mundo gentil, bondoso,
Seja a noite, o dia, as estrelas, o orvalho,
O sopro.
Respire, respeite
Chore, colabore.
Independende se você está atento ou não.
O Mundo gira,
Mesmo que se agarre a mais forte das convenções.
O Mundo gira,
Até quando o tempo pára.
O Mundo, somos e não somos,
Independente ou dependente o Mundo que conhecemos,
Não é mais o de ontem, o que é pra mim não é pra você.
É bom descbrir que não pode controlar o Mundo,
Nem mesmo aquele que você mesmo criou,
É bom se surpreender quando outras visõs de Mundo compõem a sua.
É encantador ser universo e ser grão,
Ser sólido e ser líquido,
Ser sim e ser não.
Aliás não somos, estamos!
Guarda os sonhos, transforme-os, valoríze-os,
Mas não lamente se o Mundo não viu o que você viu.
Abraçe, some, ria, tome banho de chuva.
Crie um Mundo gentil, bondoso,
Seja a noite, o dia, as estrelas, o orvalho,
O sopro.
Respire, respeite
Chore, colabore.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Três

Pude nesse carnaval levar minha mãe pra tomar um banho de mar.
Havia algum tempo que ela não fazia isso. De repente uma onda veio
e a derrubou, a deixando tonta. Foi o único mergulho dela.
Sentado ao lado dela, pude percebê-la pensativa. Talvez não, mas fiquei
a imaginar o que se passava por àquela cabecinha.
Imaginei que talvez ela pensasse sobre a vida, sua idade, seu equilíbrio,
que com certeza não é mais o mesmo.
E aí, eu viajei sobre a vida. Teorizei sobre os três estágios que vivemos.
O primeiro, infância, adolescência, é o da descoberta, dos sonhos, do prazer sem tanto sofrimento.
O segundo, a fase adulta, quando sabemos até onde os sonhos são reais, descobrimos
do que somos e do que não somos capazes. É a fase do produzir, do fazer acontecer.
E o terceiro, acho que é esse que a mama talvez esteja vivendo. Assim como a infância
descobrimos do que somos capazes, na fase madura, descobrimos as incapacidades,
aliás, aos poucos tentamos nos adaptar as limitações que surgem a cada hora.
Nessa fase que descobrimos que estamos próximos do fim.
E o que fazemos dessas horas, dias, anos?
Viver, viver, bem o fim do ciclo, tentar concluí-lo com chave de ouro.
Ser feliz, por que não, até na hora que acaba o espetáculo.
Te amo mamãe.
Havia algum tempo que ela não fazia isso. De repente uma onda veio
e a derrubou, a deixando tonta. Foi o único mergulho dela.
Sentado ao lado dela, pude percebê-la pensativa. Talvez não, mas fiquei
a imaginar o que se passava por àquela cabecinha.
Imaginei que talvez ela pensasse sobre a vida, sua idade, seu equilíbrio,
que com certeza não é mais o mesmo.
E aí, eu viajei sobre a vida. Teorizei sobre os três estágios que vivemos.
O primeiro, infância, adolescência, é o da descoberta, dos sonhos, do prazer sem tanto sofrimento.
O segundo, a fase adulta, quando sabemos até onde os sonhos são reais, descobrimos
do que somos e do que não somos capazes. É a fase do produzir, do fazer acontecer.
E o terceiro, acho que é esse que a mama talvez esteja vivendo. Assim como a infância
descobrimos do que somos capazes, na fase madura, descobrimos as incapacidades,
aliás, aos poucos tentamos nos adaptar as limitações que surgem a cada hora.
Nessa fase que descobrimos que estamos próximos do fim.
E o que fazemos dessas horas, dias, anos?
Viver, viver, bem o fim do ciclo, tentar concluí-lo com chave de ouro.
Ser feliz, por que não, até na hora que acaba o espetáculo.
Te amo mamãe.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Daime
Há alguns dias tive uma experiência incrível.
Não sou de me drogar, não gosto de ver na balada
como as pessoas ficam e não me imagino daquele jeito.
Porém, contudo, entretanto, numa festa, com amigos
quis experimentar, não foi a primeira vez mas foi a mais
fantástica.
O prazer, a euforia, eu já tinha sentido,
só que dessa vez foi diferente, me senti fora do corpo.
Tive a impressão de que se me permitisse eu não voltaria mais.
Me senti uma célula, um grão no universo, fazendo parte de tudo
e ao mesmo tempo solto, preso a nada.
Daí veio a parte mais real e verdadeira de todas.
Percebi que a única coisa que nos prende ao corpo é a tentativa
de ser feliz. Não somos nada. Essa vida é o tesouro.
Pra que sofrer com convenções, com dinheiro, com amor?
A verdade é que se sabemos onde queremos chegar, quem
queremos ser, essa é a única razão de estar no mundo.
Lutar, pegar as rédeas da vida, não se deixar levar.
Criar caminhos onde não existam, falar, gritar, mesmo que ninguém ouça.
Não fazer dessa vida apenas uma passagem e sim a verdadeira viagem.
A estadia em algum lugar que te orgulhe, ser alguém que fez valer cada
segundo. Não de prazer ou felicidade mas sim de sentido e simplicidade.
Fazer por merecer todos os segundos da existência aqui.
Não sou de me drogar, não gosto de ver na balada
como as pessoas ficam e não me imagino daquele jeito.
Porém, contudo, entretanto, numa festa, com amigos
quis experimentar, não foi a primeira vez mas foi a mais
fantástica.
O prazer, a euforia, eu já tinha sentido,
só que dessa vez foi diferente, me senti fora do corpo.
Tive a impressão de que se me permitisse eu não voltaria mais.
Me senti uma célula, um grão no universo, fazendo parte de tudo
e ao mesmo tempo solto, preso a nada.
Daí veio a parte mais real e verdadeira de todas.
Percebi que a única coisa que nos prende ao corpo é a tentativa
de ser feliz. Não somos nada. Essa vida é o tesouro.
Pra que sofrer com convenções, com dinheiro, com amor?
A verdade é que se sabemos onde queremos chegar, quem
queremos ser, essa é a única razão de estar no mundo.
Lutar, pegar as rédeas da vida, não se deixar levar.
Criar caminhos onde não existam, falar, gritar, mesmo que ninguém ouça.
Não fazer dessa vida apenas uma passagem e sim a verdadeira viagem.
A estadia em algum lugar que te orgulhe, ser alguém que fez valer cada
segundo. Não de prazer ou felicidade mas sim de sentido e simplicidade.
Fazer por merecer todos os segundos da existência aqui.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Renovar o juramento

Há um sentimento ou um "des (...) sentimento."
Me perguntam o que vivo pensando.
Pensamentos e ideias que se me saíssem pela boca já não seriam meus.
Que há com essas pessoas? Eu sou uma caixa de sonhos e questionamentos.
Elas também não são?
Um deles é: De todas as minhas promessas, quantas delas eu cumpri?
O juramento, como já disseram, é um compromisso com a felicidade.
Como quero que o universo conspire a meu favor se não cumpro o que
jogo ao vento?
Mas me sinto tão só.
Desamparado. Covarde. Será que passo minha vida à procura de segurança
Ou jogo todas as possibilidades no lixo e me jogo no escuro?
Como, sem rede de proteção? Poucos que se jogaram sem rede e conseguiram
voltar ao picadeiro, mas o que dizem é que mesmo os que não vieram morreram
por um ideal.
Ainda me sinto só.
Me perguntam o que vivo pensando.
Pensamentos e ideias que se me saíssem pela boca já não seriam meus.
Que há com essas pessoas? Eu sou uma caixa de sonhos e questionamentos.
Elas também não são?
Um deles é: De todas as minhas promessas, quantas delas eu cumpri?
O juramento, como já disseram, é um compromisso com a felicidade.
Como quero que o universo conspire a meu favor se não cumpro o que
jogo ao vento?
Mas me sinto tão só.
Desamparado. Covarde. Será que passo minha vida à procura de segurança
Ou jogo todas as possibilidades no lixo e me jogo no escuro?
Como, sem rede de proteção? Poucos que se jogaram sem rede e conseguiram
voltar ao picadeiro, mas o que dizem é que mesmo os que não vieram morreram
por um ideal.
Ainda me sinto só.
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